A coligação "O PORTO SOMOS NÓS" (PSD/CDS/IL), encabeçada por Pedro Duarte, apresentou, na passada quarta-feira, 1 de outubro, o seu programa eleitoral.
Ao focar-se na Habitação, Pedro Duarte afirma que “Habitação é futuro: um Porto que “acolhe é um Porto que cresce.” A habitação e o urbanismo são duas faces da mesma moeda: garantir o direito a viver com dignidade e planear uma cidade equilibrada, sustentável e fiel à sua identidade. No Porto, a crise habitacional é um dos maiores desafios sociais, afetando famílias de baixos rendimentos, classe média, jovens e profissionais que procuram fixar-se na cidade.
A nossa visão é clara: um Porto que oferece habitação acessível, apoia novos modelos de arrendamento, promove construção sustentável e valoriza o espaço urbano. Queremos um urbanismo transparente, ágil e respeitador da memória arquitetónica, onde cada bairro seja coeso e cada cidadão possa viver com qualidade de vida.
O nosso compromisso é firme: mobilizar investimento público e privado, simplificar regras, apoiar jovens e famílias na primeira habitação, e devolver equilíbrio entre tradição e inovação. Com estas medidas, o Porto será mais inclusivo, mais acessível e mais habitável.
A crise na habitação. A habitação é um direito constitucional fundamental e uma condição essencial para o bem-estar e a dignidade de todos, mas tornou-se um dos maiores desafios urbanos, afetando não só famílias de baixos rendimentos como também a classe média.
No Porto, os preços elevados exigem uma resposta firme e inovadora, capaz de assegurar habitação acessível e sustentável, em particular para jovens, profissionais e famílias. Cabe ao município liderar esta transformação, mobilizando investimento público e privado, para garantir soluções reais de habitação e promover uma cidade mais justa e próspera. Defendemos uma cidade onde todos os portuenses têm condições para terem uma habitação digna e acessível. Este objetivo só poderá ser cumprido aumentando a oferta de habitação na cidade, seja por construção pública, privada, cooperativa ou em parceria público-privada. Para isso, o município pode e deve desenhar programas que estimulem o mercado de arrendamento, garantindo segurança tanto para arrendatários como senhorios.
A liderança do Porto na inovação residencial depende de uma estratégia integrada de diversificação tipológica, apostando em construção modular e sustentável, incentivos fiscais e urbanísticos, e uso da compra pública para estimular projetos alternativos e acessíveis, adaptados às novas dinâmicas urbanas e sociais. Manter a atual reputação junto dos promotores e investidores nacionais e estrangeiros e aproveitar a mesma para intensificar o investimento em habitação é o objetivo esse essencial”.
Fonte/Foto: Pedro Duarte PSD 2025